Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

PORTO ALEGRE ANTIGO

 

PORTO ALEGRE

CAPITAL DO ESTADO REPÚBLICA DO RIO GRANDE DO SUL

 

 

É herança dos Índios Guaranis o costume de tomar o chá amargo elaborado com a erva-mate, que já foi importante para a economia das regiões missionárias do Rio Grande do Sul. Hoje, mais que uma bebida, é um hábito do gaúcho.

 

É comum ver pelas ruas pessoas carregando cuia (recipiente feito do fruto do porongo), bomba (canudo de metal) e garrafa térmica com água quente para preparar o chimarrão, chamado simplesmente de mate pelos porto-alegrenses.

  

O chá é tomado sem açúcar e a erva utilizada no preparo é classificada de acordo com o seu amargor. Nas bancas do Mercado Público ficam expostos diversos tipos de erva e utensílios.

 

 

 

 

Mercado Público, final do século XIX

 

 Mercado Público - 1889

 

Uma explicação didática de como se prepara um bom mate pode ser obtida com o Sr. Fritz. Ele oferece 5 a 12 tipos da bebida para degustação no Restaurante Galpão Crioulo – Av. Loureiro da Silva (Parque da Harmonia).

  

Aeroporto Internacional Salgado Filho (com informações turísticas)
Av. dos Estados, 747 (bairro Anchieta, saída para cidade de Canoas, 6 km do centro) – Telefone: (51) 3358-2341

 

Antigo Campo São João

 

 

Aeroporto Salgado Filho, década de 1960

  

Praça Marechal Deodoro – conhecida Praça da Matriz, antigo campo dos Altos da Praia, bairro Centro, este foi o primeiro monumento de Porto Alegre, inaugurado pelo Imperador Dom Pedro II em 1865.

 

Este chafariz foi derrubado para construção do monumento a Julio de Castilhos na praça Mal. Deodoro, também conhecida como praça da Matriz.

 

 

Praça da Matriz - vê-se o Palácio Piratini, antigo Auditório Araujo Viana, monumento a Julio de Castilhos - 1920

 

Praça XV de Novembro - antiga praça Paraíso, praça Conde D'Eu.

 

Praça Paraízo ou Largo do Paraízo (Praça Conde D'Eu), futura praça XV com a proclamação da República e o chafariz Imperial - 1875

 

 

Futuro Largo Glênio Peres - 1920

 

Catedral Metropolitana – A construção é de 1929. Suas torres lembram as igrejas das missões jesuíticas no Estado. A cúpula de mármore branco (74 metros de altura) é uma das maiores do mundo. Sobre o pórtico, três painéis de mosaico feitos nas oficinas do Vaticano.

 

Antiga Igreja Matriz e Capila do Divino - 1887

 

Theatro São Pedro – Marco cultural da cidade desde 1858 é de estilo barroco português (neoclássico?), tem decoração de veludo com detalhes em ouro. Destaque para um lustre de 600 kg com 90 lâmpadas e 35 mil peças de cristais, restaurante e bar. Polariza a vida cultural, artística e social da cidade, desde a época em que Porto Alegre era província e passagem obrigatória de quem seguia para Buenos Aires de trem ou navio a vapor.

 

Theatro São Pedro - década de 1920

 

Palácio Piratini – De projeto neoclássico, estilo Luís XV, do arquiteto francês Maurice Cras. Sede do governo estadual. Na ala residencial tem móveis barrocos comprados em Paris, na inauguração da Torre Eiffel, em 1889. As pedras, o calcário e parte do cimento também vieram da França. Tem murais com 18 painéis do genovês Aldo Locatelli – um deles conta a lenda do Negrinho do Pastoreio. Guarda carros oficiais antigos. Visita guiada, cancelada em datas de solenidades.

 

Palácio Piratini - 1930

  

Praça da Alfândega – Centro, antiga praça da Quitanda, praça da Alfândega, praça Senador Florêncio, atual praça da Alfândega.

 

Antiga praça da Alfândega e o chafariz Imperial - 1889

 

 

Antiga Praça Senador Florêncio, atual praça da Alfândega - 1940

  

Museu Memorial do Rio Grande do Sul – Instalado no antigo prédio dos Correios e Telégrafos (1910/1914). Textos, ilustrações, mapas, jogos eletrônicos, registros sonoros e vídeos contam a história política, social e cultural do Estado. No 2º piso está a Coleção Pedro Corrêa do Lago, o maior acervo privado de manuscritos sobre a sociedade brasileira.

 

Antigo prédio dos Correyos e Thelegrafos - década de 1950

 

Margs - Museu de Arte do Rio Grande do Sul Aldo Malagoli – Restaurado em 1998, tem estilo eclético com influências germânicas, num prédio neo-renascentista alemão do arquiteto Adolf Gundlasch. Tem exposições temporárias e acervo de artistas gaúchos. Veja “O Menino e o Papagaio”, de Portinari; “Composição”, de Di Cavalcanti; e obras de Iberê Camargo, como “Figura e Intenção”, “Paisagem” e “Carretéis em Fundo Azul”, entre outras.

 

Antiga Delegacia Fiscal - década de 1930

 

Rua dos Andradas – bairro Centro, antiga praça da Quitanda, praça da Alfândega, praça Senador Florêncio, atual praça da Alfândega.

 

Final do século XIX

 

Rua da Praia (dos Andradas) – São 12 quarteirões no centro. Daqui se vê a praça da Alfândega e suas estátuas de bronze, o antigo prédio dos Correios e Telégrafos, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul.

 

 

Década de 1920

 

Os belíssimos vitrais do antigo Bando Sulbrasileiro e Banco Meridional (Santander Cultural), Museu do Banco Meridional (Rua 7 de Setembro, 1028) – Em prédio neoclássico de 1927, cédulas brasileiras de 1771 até hoje. Trata-se, na real, de um monumento à inflação e à incompetência.

 

Década de 1920

 

Borges esquina Democrática (palco de manifestações políticas e culturais).

 

Esquina Democrática, Rua dos Andradas com Avenida Borges de Medeiros

 

 Rua Caldas Jr, atual shopping Rua da Praia (antigo hotel )

 

 

 Casa de Cultura Mário Quintana – bairro Centro, prédio do antigo Hotel Majestic, onde morou o poeta; centro cultural com bibliotecas, salas de exposição, teatro, cinema e café com vista para o Rio Guaíba.

 

Frente para a rua Sete de Setembro

 

 Rua Duque de Caxias – bairro Centro

 

 

 Solar dos Câmara – bairrro Centro, Centro cultural, rua Duque de Caxias

 

 

Museu Júlio de Castilhos – Ex-governador do Rio Grande, Júlio de Castilhos foi o principal líder dos republicanos e simpatizante do positivismo... O casarão do século XIX, da família Castilhos exibe parte da coleção de quase 10 mil objetos como, armas, roupas, utensílios e documentos que auxiliam a entender a intrincada história gaúcha. Acervos da culturqa indígena, das Missões, da Revolução Farroupilha, da Guerra do Paraguai, das correntes migratórias e dos primeiros anos da República Rio-Grandense. No pátio, canhões da Revolução Farroupilha.

 

 

 Mercado Público (Praça 15 de Novembro – Centro) – De estilo neoclássico (1869); reformado em 1912 e restaurado em 1997. Lojas c/ artigos típicos e especiarias, restaurantes e lanchonetes.

 

Docas - praça Parobé

 

Década de 1920

 

 

Vista

 

 

Após o incêndio

 

 

 

 

 

 

Década de 1970

 

 

Junto a praça Pereira Parobé

 

 

Bondes e ônibus

 

 

Vista, década 1950

 

 Usina do Gasômetro (Av. Pres. João Goulart, 551) – Centro cultural à margem do Rio Guaíba. Uma bela chaminé de 107 metros por onde deverá subir um elevador até o mirante. Em 1928 era usina termoelétrica. Hoje, é um dos pontos culturais mais importantes da cidade, com quatro andares onde se realizam espetáculos, feiras e shows. Tem bar e enoteca.

 

 

Brique da Redenção (Av. José Bonifácio – Parque Farroupilha; domingo das 10h/16h) – feira com objetos antigos, artesanato e artes plásticas.

 

 

 Museu de Ciência e Tecnologia da PUC (Av. Ipiranga, 6681 – Campus da PUC-RS) – Espaço interativo onde o visitante conhece os fundamentos da ciência e diversas invenções por meio de 600 experimentos e objetos expostos numa área de 12.500 m².

 

Museu Joaquim José Felizardo (Rua João Alfredo, 582 – Cid. Baixa) – Objetos e fotos antigas da cidade.

 

Museu de Ciências Naturais Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul

 

Museu da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

  

Campus

 

Evento: Semana Farroupilha: 13 a 20 setembro. Shows de música e danças, comidas típicas; desfile tradicionalista.

 

Exposição do Centenário da Revolução Farroupilha - 1935, no parque da Redenção, atual Parque Farroupilha

 

Não deixe de experimentar o churrasco e o chimarrão, símbolos da cultura gaúcha, e de conhecer o cartão-postal de Porto Alegre: o pôr-do-sol no Rio Guaíba.

 

  

Realize um passeio de barco pelo Rio Guaíba e Delta do Jacuí (com uma hora de duração), através dos barcos: “Cisne Branco” (saídas da Avenida Mauá, 1050; em frente à Secretaria da Fazenda) e “Noiva do Caí” (saídas da Usina do Gasômetro), por exemplo.

 

Rio Guayba

  

Açorianos, portugueses, alemães, italianos, índios e negros compõem seu povo.


Porto Alegre é uma Cidade Açoriana

 

 

 

 

sinto-me: Bem

publicado por portoalegre às 00:30
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